sábado, outubro 03, 2009

MISSÕES

MISSÕES


O VALOR DE OFERTAR NO REINO DE DEUS


O SACERDÓCIO REAL AO QUAL RECEBE AQUELE QUE ENTREGA A SUA OFERTA E SACRIFÍCIO DE CORAÇÃO ABERTO DIANTE DO DEUS ALTÍSSIMO.
POIS A SEMENTE DO AMOR POR MISSÕES, É PLANTADA NO CORAÇÃO, REGADA PELA ORAÇÃO E COLHIDA QUANDO VOCÊ ENTREGA ESTA COLHEITA DE AMOR DIANTE DE DEUS.
E TEMOS QUE ENTREGAR O MELHOR E MAIS SINCERO SACRIFÍCIO DIANTE DE DEUS, MAS POR AMOR, POIS NUNCA O MAIS IMPORTANTE É VALOR, MAS SIM O QUE É IMPORTANTE DENTRO DO CORAÇÃO DE QUEM AMA AS OBRAS DO REINO DE DEUS.

“PEDE-ME, E EU TE DAREI AS NAÇÕES POR HERANÇA, E OS FINS DA TERRA POR TUA POSSESSÃO” SALMO 2:8.

SOMENTE PODEMOS CUMPRIR O IDE E CONQUISTAR AS NAÇÕES PARA O SENHOR JESUS SE A SUA IGREJA TIVER EM SEU CORAÇÃO O AMOR POR ALMAS E MISSÕES.
POIS SOMENTE A FESTA NO CÉU QUANDO UM PECADOR SE ARREPENDE, MAS A IGREJA BRASILEIRA AINDA SE ENCONTRA DORMINDO POR MISSÕES, POIS EXISTEM MAIS DE 4.000 LÍNGUAS NO MUNDO SEM UMA PORÇÃO SE QUER DA BÍBLIA E JESUS DISSE QUE SOMENTE VOLTARÁ QUANDO ESTE EVANGELHO FOR PREGADO A TODAS AS NAÇÕES DA TERRA.

“PORQUE TODO AQUELE QUE INVOCAR O NOME DO SENHOR SERÁ SALVO”.
COMO, POIS INVOCARÃO AQUELE EM QUEM NÃO CRERAM? E COMO CRERÃO NAQUELE DE QUEM NÃO OUVIRAM? E
COMO OUVIRÃO, SE NÃO HÁ QUEM PREGUE?
E COMO PREGARÃO, SE NÃO FOREM ENVIADOS? COMO ESTÁ ESCRITO: QUÃO FORMOSOS SÃO OS PÉS DOS QUE ANUNCIAM O EVANGELHO!
ROMANOS 10:13,14,15.

ESTE DEVE SER O LEMA DA IGREJA DO SENHOR, PREGAR A CRISTO EM JERUSALÉM ( NOSSO BAIRRO, NOSSA FAMÍLIA, TRABALHO) EM TODA JUDÉIA ( NOSSA CIDADE E ESTADO), SAMARIA ( NOSSO PAÍS) E ATÉ OS CONFINS DA TERRA ( OU SEJA, EM TODO O MUNDO).
E VEJA QUE EXISTEM MAIS DE 400 POVOS QUE NUNCA OUVIRAM FALAR DE JESUS E NO BRASIL DAS QUASE 300 TRIBOS INDÍGENAS, 92 NÃO TEM UM MISSIONÁRIO SEQUER.
APESAR DE HOJE SERMOS QUASE 45 MILHÕES DE CRISTÃOS EVANGÉLICOS NO BRASIL EXISTEM MAIS DE 250 CIDADES NO PAÍS COM MENOS DE 1% DE EVANGÉLICOS.

A OBRA REALMENTE É GRANDE, MAS OS TRABALHADORES SÃO POUCOS.

“MISSÕES É FEITA PELOS PÉS DOS QUE VÃO, PELAS MÃOS DOS QUE CONTRIBUEM E PELOS JOELHOS DOS QUE ORAM”.

VOCÊ É A IGREJA ENTÃO CUMPRA O IDE, ORE POR MISSÕES, CONTRIBUA COM MISSÕES, FAÇA MISSÕES E ENTÃO VOCÊ ESTARÁ TRABALHANDO PARA A VOLTA DE JESUS CRISTO.

quinta-feira, março 19, 2009

"Ele humilhou-se como servo"

A medida que os tempos vão se passando, a igreja brasileira se caracteriza cada vez mais por se distanciar do verdadeiro cristianismo neo-testamentário.
A iniciativa divina do sofrimento e servidão, tem sido deixada de lado, por uma provisão do divinismo humano, pela caracterização de uma vida suplativa de bençãos sem fim.
Mesmo entre aqueles que dizem defender a sã doutrina, tem trilhado caminhos erroneos dos filhos de Caim.
Jesus se fez servo, e nós estamos apenas querendo ser servidos

quarta-feira, janeiro 21, 2009

Férias

Depois de merecidas férias, estamos de volta para um 2009 de muito trabalho e esperança

segunda-feira, setembro 29, 2008

quinta-feira, julho 17, 2008

Antes de Obama e de Hillary Clinton, houve Shirley Chisholm

Antes de Obama e de Hillary Clinton, houve Shirley Chisholm

Cary Clack, do San Antonio Express-News
Em San Antonio, no Texas


A história está sempre apressada para ver e fazer coisas que nunca antes foram vistas ou feitas. Mas até mesmo na sua busca insaciável por territórios desconhecidos, a história entende a importância de olhar para o passado e preservar a memória e as realizações daqueles que a impulsionaram.

Neste outono, pela primeira vez na saga norte-americana, um negro ou uma mulher estarão nas cédulas eleitorais na condição de candidato a presidente por um dos dois grandes partidos políticos dos Estados Unidos da América. Até mesmo o perdedor da disputa pela candidatura democrata entre Barack Obama e Hillary Clinton terá aberto novos horizontes e conquistado uma ou duas páginas nos livros de história.

Mas antes de Hillary e de Barack em 2008, houve Shirley em 1972.

Há 36 anos, a deputada federal Shirley Chisholm tornou-se a primeira mulher e a primeira pessoa negra a tentar obter a candidatura à presidência por um grande partido político.

Quando anunciou a sua decisão, em 25 de janeiro de 1972, ela já era uma figura histórica devido à sua eleição para a Câmara Federal em 1968, representando o 12° Distrito Congressual do Brooklyn. Aquela eleição fez dela a primeira mulher negra a ser eleita para o Congresso.

O seu slogan de campanha, e o título do seu primeiro livro, foi "Unbought and Unbossed" (literalmente algo como "Não Comprada e Sem Patrões"), e a sua noção de quem era tornou-se bem evidente quando, após tomar posse, ela declarou ao "Washington Post": "Neste momento sou uma pessoa histórica, e estou bastante consciente disso".

Chisholm também não perdeu tempo em exibir a sua franqueza e destemor quando desafiou o sistema de cargos baseado na antiguidade na Câmara, após ter sido colocada no Comitê de Agricultura, um grupo que pouco fazia pelo seu distrito urbano. Ela exigiu que fosse transferida e acabou recebendo uma cadeira no Comitê de Assuntos de Veteranos.

Filha de imigrantes, o seu pai veio da então Guiana Britânica e a mãe de Barbados, o orgulho de Chisholm pelo seu sexo e a sua etnia ficou evidente quando ela tornou-se um dos membros fundadores do Congressional Black Caucus (grupo parlamentar de negros no Congresso dos Estados Unidos) e da Organização Nacional para as Mulheres.

A sua independência refletiu-se no seu apoio a um parlamentar branco, Hale Boggs, para a liderança da Câmara, e não a John Conyers, que era negro.

A decisão de Chisholm de disputar a presidência não foi recebida com o entusiasmo festivo que tem marcado as campanhas de Hillary Clinton e de Barack Obama.

Desprezada pelo establishment político, incluindo a maioria dos seus colegas negros do sexo masculino, Chisholm embarcou em uma campanha heróica e idealista de inclusão que exibiu o intelecto, a paixão, a sagacidade e a grande habilidade oratória que a caracterizavam.

George McGovern conquistou a candidatura, mas Chisholm chegou até a Convenção Nacional Democrata em Miami, tendo obtido 152 delegados.

Chisholm era uma liberal declarada que defendia os direitos das mulheres e das pessoas negras, e foi uma feroz oponente da Guerra do Vietnã. Mas a essência do seu caráter foi revelada quando um dos seus oponentes na campanha pela candidatura democrata, o racista governador do Alabama, George Wallace, foi vítima de uma tentativa de assassinato em Maryland, um ataque que o deixou paralisado da cintura para baixo.

Chisholm o visitou no hospital e devido a isso foi criticada pela comunidade negra. Ela contou que quando Wallace a viu, perguntou: "O que o seu povo vai dizer?". A sua resposta a ele foi: "Eu sei o que eles dirão. Mas eu não gostaria que o que aconteceu com você acontecesse com mais ninguém". Wallace chorou.

No seu livro "The Good Fight" ("A Boa Luta"), Chisholm explicou porque disputou a presidência. "Disputei a presidência, apesar de não ter chances, para demonstrar a vontade pura e a recusa em aceitar o status quo", escreveu ela. "Da próxima vez que uma mulher, ou um negro, ou um judeu, ou qualquer pessoa oriunda de um grupo que o país "não está pronto" para eleger para o seu cargo mais importante, disputar a presidência, acredito que ele ou ela será levado a sério desde o início".

Chisholm morreu no Ano Novo de 2005 aos 80 anos de idade. Naquele ano, a cineasta Shola Lynch apresentou um notável documentário sobre a sua campanha, chamado "Chisholm 72: Unbought and Unbossed". Nele, Chisholm diz que não queria ser lembrada apenas por ter sido a primeira congressista do sexo feminino ou a primeira mulher a tentar obter a candidatura à presidência por um grande partido político.

Ela afirmou: "Quero ser lembrada como uma mulher que lutou por mudanças no século 20. É isso o que desejo".

Shirley, você conseguiu.

Tradução: UOL


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